La Terrina traz cozinha típica do Veneto
Desde 2001, o restaurante La Terrina foca sua cozinha na clássica culinária italiana. A decoração remete à gastronomia, com quadros cujos temas são utensílios como garfos, facas e travessas. O ambiente lembra uma simpática vila italiana, com pilares e fontes que sugerem um espaço romântico e aconchegante.

O piano-bar confere um ar elegante à casa, que conta com uma programação de música clássica e popular, de terça a sábado no jantar, e nos almoços de domingo. O estabelecimento conta ainda com uma varanda com mesas ao ar livre, tanto para a degustação de drinks - antes ou depois das refeições -, quanto para aproveitar um pouco da paisagem imersa a um belo jardim.

Na casa, uma sociedade do empresário Faustino da Silva e o chef Aldo Teixeira, predominam as massas frescas, produzidas na própria casa, como o “Taglierini Com Gamberoni e Zucchini”, massa ao molho de camarões cozidos, creme de leite, açafrão e fios de abobrinha; e o “Gli Involtini Di Re Rotari”, enrolado de salmão fresco e defumado, recheado com manjericão dourado na manteiga e acompanhado de tagliolini ao molho de tomate e manjericão.

Entre os pratos à base de carne, destaque para o “Chateau À Tobruk”, preparado na panela de ferro, com base de manteiga e molho rôti, com mostarda, champignons, alho, uvas-passas e cebolinha, acompanhados de risoto do próprio molho; e o “Caprito Al Forno”, parte da perna do cabrito assada ao forno e acompanhada de brócolis alho e óleo e batatas coradas.

“Pollo Alla Porto” é uma opção de frango. O prato é composto por peito de frango grelhado com molho rôti, cebola triturada puxada na manteiga, cenoura, champignon e vinho do porto, acompanha purê de mandioquinha.

Destaque também para o “Filetto de Pesce Bella Venezia”, peixe grelhado puxado na manteiga, limão, vinho branco, amêndoas e uva tipo Itália, acompanhado de batatas souté; e para o “Gamberoni Alla Mele”, camarões fritos na manteiga e flambados no conhaque, com molho branco e bolinhas de maçã gratinados, acompanhadas de arroz com passas. Entre os risotos, destaca-se o “Risotti Di Bacalã”, preparado com arroz arbóreo italiano, caldo de peixe, pitada de tomate e bacalhau desfiado.

 

Fior D’Italia une Itália e Brasil através da gastronomia
Inaugurado em Julho de 2002, o restaurante Fior D’Italia traz a união da clássica culinária italiana com a gastronomia brasileira. Com uma ambientação moderna, a casa possui área externa e um amplo salão principal decorados em mármore e madeira, tornando a atmosfera elegante e acolhedora. Além disso, também conta com bar, perfeito para happy hour e comemorações. As sextas e sábados o piano bar oferece uma programação de música clássica e popular.

A casa inaugurada em julho de 2002, pelo empresário Faustino da Silva, foca nas receitas tradicionais italianas em que predominam as massas frescas, produzidas no próprio restaurante. Um dos destaques do cardápio é o “Ravioloni ai Carciofini con Pepe Verde”, ravioloni recheado com fundo de alcachofras, ao molho branco e pimenta verde (poivre vert).

Entre as carnes uma ótima opção é o “Chateau à Tobruk”, chateau preparado na panela de ferro, com base de manteiga, molho rôti, mostarda, champignons, alho, uvas-passa e cebolinha, acompanhado de risoto do próprio molho. Para quem aprecia o agridoce, uma ótima opção é o “Pollo Ripieno de Legumi in Salsa de Frutti”, peito de frango recheado com legumes, assado no vapor ao molho de frutas vermelhas, acompanhado de risoto do próprio molho.

Já entre os peixes, a dica é o “St. Pietro ai Tre Funghi”, filé de peixe St. Pierre grelhado com a pele, ao molho de cogumelos (shitake, shimeji e paris), refogados com molho shoyu e aceto balsâmico. O prato acompanha batatas torneadas. Para acompanhar os pratos, a casa possui uma extensa carta de vinhos, com opções nacionais e importadas.

O Fior D’Italia possui capacidade para realizar grandes eventos, como festas, aniversários, casamentos, entre outros. O salão principal acomoda até 350 pessoas, já o bar até 130 pessoas. Além disso, a casa conta com serviço completo, com petiscos, coquetéis, bolos e doces.

 

La Forchetta reabre na Vila Olimpia
O La Forchetta iniciou sua trajetória como Forchetta D´Oro, na Vila Nova Conceição e lá funcionou por 21 anos. Mais de duas décadas depois, a casa já passou pelos Jardins e Bela Vista e retoma suas origens, a 300 metros de onde nasceu.

“Queremos resgatar a tradição do restaurante para almoço de domingo em família”, conta o Chef Aldo Teixeira e o empresário Faustino da Silva, que reinaugura mais uma casa e, atualmente, tem cinco restaurantes em São Paulo: La Terrina, Tuhú, Fior D´Itália, Il Papavero, além da casa reinaugurada nesse ano.

Repaginado, o La Forchetta traz bastante luz natural com amplas janelas de vidro que dão para uma arborizada rua. A arquitetura de Ana Vidal prioriza a casualidade que proporciona um ambiente mais acolhedor. A casa ainda conta com mesas ao ar livre nos fundos do restaurante e uma horta que será aproveitada pela cozinha.

Faustino conta que foi convidado para tocar o negócio em função dos seus mais de 35 anos de know how na área de hotelaria e restaurantes. “Aceitei a proposta por conta da boa localização e da possibilidade de retomar um projeto em bairro conhecido pela tradição em gastronomia”, conta o empresário, que é fã da Vila Olimpia.

O cardápio a la carte continua priorizando a cozinha italiana tradicional com um toque de brasilidade. O diferenciado é dado pelo chef em pratos como o “Fettuccine de Chocolate”, preparado com massa a base de chocolate com creme de tomate e funghi seco.

Da cozinha saem iguarias como as tradicionais receitas italianas “Risotto di Zucchini e Shitake”, preparado com arroz arbóreo italiano, abobrinha e cogumelos shitake e o “Risotto com Funghi Secchi”, preparado com funghi secchi.

Outros destaques são o “Taglierini La Forchetta”, molho com manteiga, cebola, tomate sem pele, manjericão e mussarela de búfala; e o “Fettuccine Fontana Di Treve”, servido com cubos de filé regados no azeite e no alho, com tomate sem pele e orégano.

Para acompanhar os pratos, a casa propõe uma extensa carta de vinhos. O La Forchetta possui uma adega climatizada que mune o wine-bar com uma carta diferenciada com rótulos que priorizam Itália e França.

 

Tuhu
Tuhu traz cozinha brasileira em homenagem a Villa Lobos

Em homenagem ao grande maestro e compositor Heitor Villa Lobos, o restaurante Tuhu, apelido do músico quando criança, foca na cozinha brasileira com um toque italiano e francês. A decoração, projeto da arquiteta Ana Vidal, remete à música, com violoncelos estilizados e frase do artista sobre ser brasileiro. O ambiente casual prioriza a praticidade com Buffet self service. A louça do Tuhu também tem inspiração em elementos brasileiros com motivos indígenas, pintados com tinta natural.

Além do restaurante, o empresário Faustino da Silva administra também a cafeteria do local que vende lanches, cafés, sucos e refrigerantes no complexo de escritórios. Primeiro projeto desse tipo no Brasil, o Villa Lobos Office Park é inspirado em um modelo norte-americano de Miami e conta com cinco torres de escritórios com 750 salas, além de salas que remetem a casas de vila.

“A ideia é estar dentro de um centro urbano, mas com um aspecto de refúgio. A médio prazo cerca de quatro mil pessoas irão circular por dia no restaurante” conta o empresário Faustino da Silva, que foi convidado para tocar o projeto em função dos seus mais de 35 anos de know how na área de hotelaria e restaurantes.

A equipe de 30 pessoas com ampla experiência, trazida das quatro casas que o empresário já inaugurou em São Paulo, atua também na área de eventos do local. Com duas salas para 100 pessoas e uma terceira para 200 pessoas, o restaurante já organizou no empreendimento, coquetéis, coffee breaks e demais eventos corporativos nos 10 meses em que funciona ali.

O estabelecimento conta ainda com uma varanda com mesas ao ar livre, tanto para a degustação de drinks - antes ou depois das refeições -, quanto para aproveitar um pouco da paisagem imersa a um belo jardim e fonte. Dentro da casa, mesas com cadeiras de madeira, e além de outras com sofá em estilo dinner, fazem o ambiente mais acolhedor e singelo.

 

Il Papavero é perfeita para happy hour
A quarta casa em sociedade entre o chef Aldo Teixeira e o empresário Faustino da Silva foi criada em 2004. O nome é uma homenagem a flor Papoula, Papavero em italiano.

Ao atravessar a porta de vidro, ao lado direito, o bar conta com mesas redondas e confortáveis poltronas. Logo em frente um elegante móvel em madeira abriga os vinhos da casa, dispostos em uma espécie de colméia.

No salão principal mesas e cadeiras em madeira escura, uma parede em tom de vermelho. Painéis feitos em tinta acrílica, instalados ao longo das paredes, dão ao ambiente um toque de modernidade. A casa funciona em sistema de buffet e a la carte e foca sua cozinha na gastronomia italiana com toques de brasilidade.

O restaurante comporta 150 pessoas sentadas e 250 para coquetel. O local possui também uma adega climatizada e é ideal para happy hours, por conta da proximidade com a avenida Paulista. O wine-bar tem uma carta diferenciada com rótulos que priorizam Itália e França e se destaca pelos preços convidativos.